Esse prédio de Hong Kong me lembrou outro, aquele HORROROSO que existe na Av.João Gualberto em Curitiba, próximo da igreja do Cabral, cujo arquiteto foi Jaime Lerner.
Um monte de telhadinhos para fora do prédio, como se tivesse empilhado casas de bairro umas sobre as outras... medonho!
Tenho duas prioridades em termos de aprendizado e aperfeiçoamento, por assim dizer, para este ano. Praticamente promessas de ano novo que vem sendo cobradas de mim: aprender a dirigir e a cozinhar. Isso mesmo, não sei nada nem de um nem de outro. Não sou nem mocinha prendada, nem mulher independete... hehe Essa semana os dois assuntos vieram a tona. É o que acontece quando a gente resolve prometer alguma coisa em voz alta ou jurar que deste ano não passa. Em relação a aprender a dirigir, tenho recebido olhares e comentários piedosos por ter tomado a decisão justo no momento em que o detran fica impraticável, cheio de filas, a burocracia e as exigências aumentando... Mas, por incrível que pareça, é a situação dos meus - hum - dotes culinários que vem me causando maior constrangimento. Minha família aproveitou, mais uma vez, pra me sacanear e relembrar um episódio do ano passado. E ainda por cima tive que aturar a cobrança da minha irmã (infame!! ela puxou ao meu pai e sabe cozinhar!!! h...
Tem momentos em que eu acredito estar vivendo dentro de um filme surrealista. Sei lá! O que vou contar agora realmente aconteceu exatamente como descrito no título do post. Estava eu quase dormindo, um soninho gostoso, quando senti algo próximo da minha orelha. Inadivertidamente, levei a mão ao local e para minha surpresa senti a razão da minha impressão se concretizar em desconforto bem dentro do meu ouvido: era um bicho (provavelmente um mosquitinho?) e ele acabara de entar no meu ouvido... levantei "ouvindo" um bater de asas absurdo seguido daquela sensação que a gente tem quando entra água e depois desentope o ouvido. Horrível!! Algumas batidas de asa depois + sensação de desentupimento (afff), e tive a impressão de estar livre do bicho. Como não restava mais nada a fazer, fui dormir. No dia seguinte, apesar do silêncio interno, estava com a impressão crescente e insuportável de algo espetado dentro do meu pobre ouvido! E se o bicho ainda estivesse lá dentro? Pior: e se e...
Quer coisa mais batida do que a Torre Eiffel? Conheço muita gente que subiu e não achou nada demais... Confesso que eu mesma quando me vi pertinho dela pela primeira vez nem consegui me empolgar [talvez por ter acabado de perder minha aula no Le Cordon Bleu?]. Mas essa definitivamente é uma cidade que sabe ser contundente quando se fala em exercer a sedução e a Torre é a pedra mais brilhante da coroa. Se você subiu e não sentiu o encanto, certamente não vai resistir ao vê-la acender e piscar [mesmo com um mundo ao seu redor, a impressão vai ser de que a Torre faz isso só para você]... especialmente se for de cima do Arco do Triunfo. Torre Eiffel by night
Esse prédio de Hong Kong me lembrou outro, aquele HORROROSO que existe na Av.João Gualberto em Curitiba, próximo da igreja do Cabral, cujo arquiteto foi Jaime Lerner.
ResponderExcluirUm monte de telhadinhos para fora do prédio, como se tivesse empilhado casas de bairro umas sobre as outras... medonho!
hehe
ResponderExcluirtem razão Fábio.
depois vou procurar uma foto desse prédio e posto aqui... as duas, lado a lado.