curious about: A arte de escrever-ler-escrever-ler
por Mari Romero
"The day after
Day by day… day after day…
“nada como um dia atrás do outro...”
expressões que, se usadas no trânsito ou ao sentar-se à mesa, pensadas por um anônimo nada têm de mais. Mas se elas saem das mãos de um artista, são ressignificadas e ganham o status de arte.
Esta pessoa, tão humana quanto qualquer mortal, mas que consegue traduzir sentimentos em palavras... o artista das palavras (como gosto de chamar essa classe de artistas entre os quais estão roteiristas, escritores, letristas, cronistas, poetas etc.), esses conseguem traduzir o impalpável – o sentimento. Não que eles sintam mais que qualquer outro mortal. A genialidade não está no “sentir” – isso todos vivem, mas o sentir, o pulsar da emoção posta em palavras, que tomam vida com o leitor quando este se identifica, revive sentimentos ocultos em si (e que nem sabia estarem latentes). Dar vida ao texto, poema, crônica... isso é genialmente mágico. Ao passar pelas mãos desses artistas, sentimentos vividos diariamente que poderiam ser corriqueiros como os atos mais simples repetidos cotidianamente como o pentear os cabelos, podem tornar-se magicamente em passaportes para o sonho, para a viagem dentro de um texto bem escrito.
Me alegro por poder participar disso, não por ser escritora também, mas por ter a sorte de ler alguns dos textos “confidenciados” à página em branco (onde o abstrato começa a se concretizar, podendo ser compartilhado). É como leitora que escrevo e digo que a medida do autor não está na sua obra em si, mas na comunicação que ele consegue travar com o leitor, através dela. Sendo assim, ao homenagear o escritor, também homenageamos ao leitor, que como a outra face da mesma moeda, dá o valor à obra... fazendo que ela seja arte e não apenas tinta sobre papel. Feliz do país que consegue abundar em artistas, tanto da escrita quanto da leitura".

"The day after
Day by day… day after day…
“nada como um dia atrás do outro...”
expressões que, se usadas no trânsito ou ao sentar-se à mesa, pensadas por um anônimo nada têm de mais. Mas se elas saem das mãos de um artista, são ressignificadas e ganham o status de arte.
Esta pessoa, tão humana quanto qualquer mortal, mas que consegue traduzir sentimentos em palavras... o artista das palavras (como gosto de chamar essa classe de artistas entre os quais estão roteiristas, escritores, letristas, cronistas, poetas etc.), esses conseguem traduzir o impalpável – o sentimento. Não que eles sintam mais que qualquer outro mortal. A genialidade não está no “sentir” – isso todos vivem, mas o sentir, o pulsar da emoção posta em palavras, que tomam vida com o leitor quando este se identifica, revive sentimentos ocultos em si (e que nem sabia estarem latentes). Dar vida ao texto, poema, crônica... isso é genialmente mágico. Ao passar pelas mãos desses artistas, sentimentos vividos diariamente que poderiam ser corriqueiros como os atos mais simples repetidos cotidianamente como o pentear os cabelos, podem tornar-se magicamente em passaportes para o sonho, para a viagem dentro de um texto bem escrito.
Me alegro por poder participar disso, não por ser escritora também, mas por ter a sorte de ler alguns dos textos “confidenciados” à página em branco (onde o abstrato começa a se concretizar, podendo ser compartilhado). É como leitora que escrevo e digo que a medida do autor não está na sua obra em si, mas na comunicação que ele consegue travar com o leitor, através dela. Sendo assim, ao homenagear o escritor, também homenageamos ao leitor, que como a outra face da mesma moeda, dá o valor à obra... fazendo que ela seja arte e não apenas tinta sobre papel. Feliz do país que consegue abundar em artistas, tanto da escrita quanto da leitura".

Mari Romero é atriz, diretora de teatro, escritora, entre outras coisitas... Ah! E muito importante (pra mim, of course!!): MINHA AMIGA.
ahhh q assunto! eu adoro escreve -vc sabe disso. É a maneira em que eu me exoresso melhor
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