As gêmeas viajam: 4 dias em Recife

Instituto Ricardo Brennand
A segunda etapa da viagem por Pernambuco foram quatro dias em Recife. Fomos de táxi, saindo de Olinda, até o local da hospedagem, um apartamento alugado no booking.com, em frente à praia na região chamada de Pina (continuidade de Boa Viagem na direção do centro do Recife), quase ao lado do Radisson (Beach Class Suites). A hospedagem tem um ótimo custo-benefício e aproveitamos muito a localização com mercados, restaurantes, sorveterias e parquinhos por perto.
Boa Viagem, literalmente


Aliás, os parquinhos à beira mar na orla de boa viagem conquistaram nosso coração. Nesse primeiro dia, fizemos compras dos suprimentos no mercado próximo e nos revezamos entre caminhadas na praia e brincadeiras na areia (Boa Viagem não é uma praia que atrai muitos banhistas e isso fica evidente: as pessoas caminham na orla, jogam, andam de bike, até tomam sol mas entrar na água mesmo é raro) com idas aos parquinhos. As meninas adoraram! Não ficamos inseguras de caminhar na região, mesmo durante a noite pois havia um bom movimento e iluminação.

Parquinhos na areia
No segundo dia, praia de manhã cedo e Instituto Ricardo Brennand de tarde. O Instituto Brennand não tem localização central, mas abriga a coleção de armas medievais do colecionador em um castelo. Desde que soube da existência, quiz levar minhas filhas cheias de imaginação para visitar um castelo de perto. Embora nem eu, nem minha família, tenhamos qualquer interesse ou apreço por armas em geral, vale a visita pelo estatuário e pelo ambiente. Fica em um lugar lindo com jardim, esculturas... As meninas gostaram muito e se comportaram bem. Adoraram jogar moedinha na fonte interna, ver as armaduras e as esculturas nos jardins. Terminamos a tarde comendo tortas deliciosas no café. Havia um fluxo bem grande de pessoas durante a visitação, especialmente dentro do Castelo onde tem a exposição das armas.O Instituto abre de terça à domingo, das 13h às 17h. Fomos justamente na última terça-feria de novembro, quando a entrada é gratuita (exceto em janeiro, julho e dezembro). 
Setor das eculturas




Mais um dia e foi a vez de escolhermos o centro antigo do Recife para conhecer. Fomos de táxi até o Marco Zero. A praça é bem ampla e as gêmeas logo quiserem correr por aquele espaço relativamente vazio. Tinha bastante assédio aos turistas mesmo de manhã cedo, com pessoas tentando empurrar de sombrinhas de frevo a passeios. A praça em si estava limpa mas os letreiros de Recife estavam imundos. Adivinhem qual o espaço que as meninas escolheram para brincar? Tivemos que arrastar as duas para longe das letrinhas. Ali naquele trecho, que lembra um pouco o porto e o centro revitalizados do Rio, tem restaurantes que devem ser bem interessantes e um centro de artesanato com peças lindas. Fomos na direção da Rua do Bom Jesus, com mais antiga Sinagoga do Brasil e do Paço do Frevo, onde fizemos uma pausa e tomamos um suco com pães de queijo (ambiente lindo no café, atendimento displicente). O prédio onde fica o museu é lindo por dentro e por fora. Saindo de lá fomos caminhando até o Museu Cais do Sertão e encaramos a visita interativa com as meninas. Elas amaram! Adoraram os peixinhos no rio, o túnel de espelhos e ouvir as músicas do Luiz Gonzaga em grandes fones de ouvido. Vale a pena com crianças, mesmo que você, como nós, seja obrigado a uma visita mais livre devido ao vai e vem das pequenas.



 



O último dia em Recife foi dedicado à praia, sorvete (super recomendo: Sorveteria 50 Sabores), parquinho e um passeio de carrinho no final da tarde por quase toda a orla de Boa Viagem até a feirinha (o passeio foi ótimo, a feirinha desinteressante). Foram dias bastante divertidos para adultos e crianças. Faltou o passeio de catamarã e o Mercado de São José, a Oficina de Francisco Brennand, entre outros passeios. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Amsterdam, judaísmo e 2ª Guerra Mundial

o que ver em Cracóvia?