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indo para Keukenhof na prática

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Como os primeiros posts sobre a viagem ficaram gigantes e ninguém tem paciência de ler, procurei ser breve nos próximos. Então dividi o material sobre Keukenhof - o parque das tulipas em dois posts: o primeiro com a experiência e esse sobre como chegar. Keukenhof Keukenhof fica próximo de Amsterdam. É só ir de trem até o aeroporto (uns 4 euros de segunda classe e 15 minutos agradáveis de viagem) e comprar o pacote no balcão turítico (Great Amsterdam Excursions). Acho que paguei 21 euros ( não acho o comprovante) pela passagem de ônibus ida e volta mais a entrada no parque. Sei que também dá pra ir pegando ônibus na Leidseplein mas não sei bem como, nem valores. De qualquer forma, o site do parque é super completo e dá pra comprar as entradas por lá. Do aeroporto até o parque demora mais ou menos 25 minutos. É um passeio que dá pra fazer com tranquilidade em um período do dia (uma manhã ou tarde). Só precisa prestar atenção porque só abre uns três meses por ano na primavera. E...

Keukenhof ou um sonho de criança materializado

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Não sei ao certo quando nem como começou minha história com a Holanda. Na verdade nem consigo identificar o porque de uma pessoa absolutamente urbana se interessar pelos aspectos mais rurais do país: vacas malhadas, moinhos antigos, campos de flores e Van Gogh. Sim, porque algo que fica claro na visita ao museu Van Gogh [isso se você não conseguiu notar pelas pinturas] é o campo e o camponês como tema. Claro que tanto Van Gogh quanto os campos famosos de tulipas são de beleza indiscutível! As vaquinhas e os moinhos são pitorescos... Mas qualquer um que me conhece sabe que me identifico com praia e asfalto, de preferência assim juntos e misturados. Mas é fato que quero visitar a Holanda desde sempre. Assim entrou Amsterdam na história de viagem. Pesquisa vai pesquisa vem, descubro KEUKENHOF. Primeiro indicado em um, depois em mais meia duzia de blogs. Perto de Amsterdam e aberto apenas cerca de três meses por ano na primavera. Vamos à Keukenhof! Cheguei no começo de abril, ain...

É muito fácil não ver...

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Quando escolhi meu Hotel em Amsterdã,uma das coisas que me encantou foi o fato de ficar muito perto da Casa de Anne Frank. Devido a tudo que li e ouvi sobre a casa-museu sabia que seria um ponto de visita certa. Pelo muito que pesquisei também sabia que o bairro e alocalização eram excelentes. De alguma forma, me emocionou estar tão perto deste lugar, antes mesmo de partir, antes mesmo de chegar. Bem, cheguei, me instalei sem dificuldades.. A localização era mesmo muito boa. Foi no final do segundo dia em Amsterdã, depois de passar no hotel para uma pausa rápida, saindo para mais algumas programações que resolvi fotografar um pouco mais o canal e o entorno do hotel. Afinal estava anoitecendo e ainda não tinha fotos do canal durante a noite. Levantei a máquina, enquadrei e olhei... lá estava, bem na minha frente, assim como esteve ali durante todo aquele dia e o anterior. A casa de Anne Frank! Minha reação imediata foi de choque: como eu pude ignorar por um tempo cons...

O primeiro Rembrandt a gente nunca esquece

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Uma das minhas grandes expectativas nesta viagem era aproveitar ao máximo o final de semana dos museus em Amsterdã. Diferente de alguns outros lugares da Europa (como Paris), o dia de museus free em Amsterdã não é recorrente, ocorre apenas uma vez ao ano e deveria cair esse ano exatamente no meu final de semana por lá. Me informei e verifiquei que praticamente todos os museus que queria ver estavam na lista. Van Gogh Museum No domingo, fui cedo à luta, direto pro Museu Van Gogh. Fila, básica, mas nada dolorosa. O museu é ótimo (mas não permite fotografia). Arquitetura legal, proposta que te permite acompanhar a trajetória do Van Gogh deixando os contrastes e transformações bem explícitos. Traz quadros de precursores que mercem ser vistos. Pontos altos: a criançada desenhando e respondendo perguntas em pranchetas e perguntando pros pais onde estava "The Potato Eaters" os Girassóis, óbvio!! Sim, sou fã! toda a parte em Paris e Arles e os contrastes resultantes com as o...

A chave da cidade

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Bem, a viagem começou e terminou e não tive a mínima possibilidade de atualizar o blog como acreditava que seria possível. Pelo menos para mim, não funcionou a idéia de "viver tudo que há pra viver" e ainda escrever o diário de bordo. Mas tudo bem, porque muita coisa ficou gravada, nem tudo foi elaborado ainda (acho até que muita coisa nem vai ser...) e fiz umas anotações ou outras que me permitem postar aqui e compartilhar um pouquinho do que foi a experiência dessa viagem. Vamos lá. ######################## Pôr-do-sol  em Barcelona Dá para viajar de várias maneiras. E aqui estou falando só das várias maneiras literais, nada em sentido figurado. Quando eu comecei a planejar minha viagem para a Europa, entendi logo que não faria uma viagem "sightseeing". Nada de agências de viagem. Nada de visitar 10 países em 15 dias. Sem city tour. Não que eu seja contra este tipo de viagem, mas sabia que não era disso que precisava. Por isso me limitei a três grandes cid...

Locomoção em Paris: feliz descoberta!!

Nos únicos 15 minutos livres que tive hoje durante o dia [agora a noite não conta: estava tão morta que dormiiiiii], fiz uma descoberta bem boa: o plan interactif des transports em Paris. Então, como estava de bobeira por uns minutos na frente da internet e estava quebrando a cabeça para descobrir como chegar do hostel até o Cordon Bleu [sim, isso vejo com antecedência porque preciso chegar lá de manhã cedo, quando minha cabeça não funciona, em uma cidade que não conheço] de metrô (linhas distintas), acabei lembrando que em Paris há ônibus também e dei um google. Me levou até alguns links do Conexão Paris que me levaram ao tal do plan interactif da rede de transportes públicos de lá. Gente, muito bom! É basicamente um mapa interativo de todo o transporte, onde eu vejo horários, pontos de ônibus, rotas, com meia dúzia de cliques. clique clique Descobri que basta pegar a linha de ônibus 70, no Hôtel de Ville e descer no ponto Vaugirard que estarei na aula de culinária. Por outro lad...

Hospedagem em Paris

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Essa semana, voltei a pesquisar lugar para ficar em Paris. Confesso que não tinha boas referências, principalmente de albergues ou opções baratas. Aline me indicou de cara uma opção bastante boa e com referências de uma amiga que se hospedou por lá recentemente. Trata-se do Le Regent Montmartre , pertinho do metrô Anvers e da Sacre Cour. Parece bem bonitinho, limpinho, etc e tal. Devo pagar 35 euros mais ou menos por uma noite (minha PRIMEIRA em Paris!!), em um quarto compartilhado com mais 4 mulheres. Há outras opções também, inclusive single. Fiz minha reserva pelo link do Hostel Bookers e foi bem fácil. Já pelo site do próprio hostel (tentei agora) está dando algum erro, indicando que ou não há mais vaga ou eu deveria escolher uma estadia maior (sim, tentei escolher e o erro continua). Ah! Cuidado porque tem um hotel Le Regent perto da Notre Dame, com valores mais altos. As fotos e o mapa mostrados aqui pertencem ao site do Hotel: http://www.hotelregent-montmartre.com/ . L...